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Atualidade - 27/01/2012    Comentar   Facebook
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Em Pará de Minas: lixo na hora errada vai dar multa e mais rigor nos cortes de árvores.

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lixo na hora errada vai dar multa

Agora é pra valer: Quem não colocar o lixo na rua na hora certa, será multado! Estas são palavras do responsável pela coleta seletiva e limpeza urbana de Pará de Minas, Eduardo Vagner Pereira, que tem percebido o desrespeito dos empresários e moradores da região central da cidade, no que toca à colocação do lixo doméstico nas calçadas.
Desde agosto do ano passado, ficou definido que os caminhões de coleta, passariam nas ruas centrais a partir das 18 horas, e que as pessoas só poderiam colocar o lixo para fora a partir deste horário.  Mas basta dar uma volta pelas ruas, especialmente pela Benedito Valadares para perceber que muita gente não está cumprindo a determinação do Município.

Apesar dos constantes comunicados, as pessoas não levaram à serio a exigência, já que não existia uma lei que obrigasse a colocação do lixo às 18h. Mas agora tem. A lei Lei de Resíduos Sólidos, foi aprovada na Câmara dos Vereadores de Pará de Minas em dezembro do ano passado, e traz severas penalidades para quem descumprir suas determinações. As multas podem variar entre R$200 e R$400 reais, com possibilidade de dobrar os valores com a reincidência da infração.

Mas é importante lembrar que esta lei, neste primeiro momento, vale apenas para os comerciantes e moradores do hipercentro de Pará de Minas, que compreende as ruas Benedito Valadares, Alferes Esteves, Coronel Domingos, Sacramento, Avenida Argentina, trechos da Avenida Professor Melo Cançado, Alano Melgaço, Presidente Vargas, Praça Torquato de Almeida, e outras. Nos demais bairros, a coleta de lixo continua acontecendo normalmente, uma vez por semana, conforme o cronograma em andamento, tanto para o lixo orgânico quanto para os materiais recicláveis.

Mais rigor na liberação dos cortes de árvores em Pará de Minas


Rachaduras na calçada ou calhas entupidas não fazem mais parte do rol de motivos para que o corte de uma árvore seja liberado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental, o CODEMA. Estes e outros  motivos que até então eram constantemente apresentados pelas pessoas como justificativas para requerer o corte, passaram a não ser aceitos pelos representantes do conselho que estão mais preocupados com a preservação do meio ambiente.

De acordo com José Hermano Oliveira Franco, vice-presidente do CODEMA, a população estava banalizando  a autorização para corte de árvores na cidade, que muitas vezes eram desnecessárias. Hoje, a preocupação com a manutenção das árvores é maior e por isso, o Conselho sempre apresenta alternativas para a manutenção da planta.
Uma série de requerimentos foram encaminhados ao CODEMA nas últimas semanas, como conseqüência das tempestades que ocorreram em dezembro do ano passado e no início de janeiro em Pará de Minas.

Os moradores temem que com a força dos ventos, várias árvores venham a cair sobre as residências ou veículos. Mas José Hermano explica que a queda de árvores é um evento natural, e também não justifica o corte de uma planta sadia.

Segundo ele, o modelo de arborização é baseado no plantio de mudas devidamente escolhidas para compor o ambiente urbano sem grandes impactos, obedecendo a um limite de crescimento, espaçamento e covas adequadas, sem se esquecer de favorecer a visibilidade nas esquinas e placas de sinalização.